- Lei seca é instaurada
- Redução dos acidentes com automóveis e caminhões
- Redução do faturamento dos bares
- Aumento do consumo de outras drogas
- Traficantes compram bares em baixa
- Ex-donos de bar compram pontos de vendas de drogas
- Aumento do faturamento da PM
- Redução das blitz pelas ruas e avenidas
- Aumento do faturamento dos bares
- Redução do consumo de outras drogas
- Aumento dos acidentes com automóveis e caminhões
- Tudo volta a ser como era antes, mas de forma diferente.
Sábado, 28 de Junho de 2008
Segunda-feira, 23 de Junho de 2008
Guerra

Tempos atrás fui na casa da minha irmã e estava lá um americano, namorado da irmã do meu cunhado.
Gente fina, só que queria porque queria ir servir no Afeganistão. Quando falava sobre a ida para a guerra contra... contra... contra quem mesmo? Ah sim, o "terror". Era como uma criança falando sobre o presente que ia ganhar no natal. Quando ele começava a falar, a sua namorada também mudava a fisionomia, mas ao contrário. O nosso desapego à pátria pelo menos não nos deixa entrar nessa ideologia furada.
No dia eu achei curioso falar com alguém que estava prestes a embarcar em uma guerra. E ainda mais com uma pessoa tão em paz, como se fosse passear no parque.
Hoje minha irmã disse que o jipe em que o americano estava foi atingido por um míssil.
Não fiquei triste, não conhecia o cara. Só falei com ele naquela vez. Fiquei com dó. Nunca imaginei que teria dó de algum americano. Enganado e morto.
E me ocorreu uma sensação estranha. Essa guerra me pareceu muito real e próxima.
Na TV você sabe (óbvio) que é real, mas é tão distante e fria que parece um filme. Será que é de propósito? Será?
Gente fina, só que queria porque queria ir servir no Afeganistão. Quando falava sobre a ida para a guerra contra... contra... contra quem mesmo? Ah sim, o "terror". Era como uma criança falando sobre o presente que ia ganhar no natal. Quando ele começava a falar, a sua namorada também mudava a fisionomia, mas ao contrário. O nosso desapego à pátria pelo menos não nos deixa entrar nessa ideologia furada.
No dia eu achei curioso falar com alguém que estava prestes a embarcar em uma guerra. E ainda mais com uma pessoa tão em paz, como se fosse passear no parque.
Hoje minha irmã disse que o jipe em que o americano estava foi atingido por um míssil.
Não fiquei triste, não conhecia o cara. Só falei com ele naquela vez. Fiquei com dó. Nunca imaginei que teria dó de algum americano. Enganado e morto.
E me ocorreu uma sensação estranha. Essa guerra me pareceu muito real e próxima.
Na TV você sabe (óbvio) que é real, mas é tão distante e fria que parece um filme. Será que é de propósito? Será?
Domingo, 22 de Junho de 2008
Coisas que não se vê todo dia
Duas noticias que não se vê todo dia.
A nova notícia:
Sangue humano jorra do chão de casa em Jundiaí
Plantão | Publicada em 20/06/2008 às 08h01m
Tiago Dantas, Diário de S.Paulo
SÃO PAULO - Um fenômeno estranho ocorre em uma casa no Jardim Bizarro, em Jundiaí, a 60 km da capital, desde o último domingo. Um líquido vermelho jorra do chão da residência por dois dias seguidos. Amostras foram recolhidas pela polícia. Em laudo divulgado nesta quinta-feira, o Instituto de Criminalística identificou o líquido como sangue humano.
Resta saber de onde veio esse sangue e como ele começou a esguichar do chão do imóvel. A polícia investiga o caso.
Um casal de idosos vive na casa desde 1964. A pequena casa de parede de tijolos alaranjados fica na Rua Antônio Bizarro e tornou-se o centro das atenções na cidade. Este provavelmente não era o desejo do casal, uma costureira de 71 anos e um aposentado de 65. Considerados calmos e pacatos por vizinhos, os dois pediram para não serem identificados nem fotografados. Nem mesmo os amigos mais próximos têm entrado na casa e a discrição se espalhou por toda a rua. Os poucos vizinhos que comentam o assunto evitam falar o nome do casal.
Domingo, por volta das 17h30. Este foi o horário em que a costureira viu o sangue jorrando no piso do banheiro. Ela estava se preparando para tomar banho. Assustada, tornou a se vestir e chamou o marido, que assistia à partida de futebol entre Brasil e Paraguai. Enquanto caminhava pela residência, a costureira percebeu que poças semelhantes surgiram no piso da cozinha e da sala. Os jatos de sangue atingiam cerca de 20 centímetros.
- Era tão alto que você podia pegar o sangue com um copo - disse uma vizinha, a quem a costureira telefonou logo depois do "fenômeno".
Após a chegada da vizinha, a costureira também notou o líquido vermelho dentro do seu quarto, que, até então, estava com as portas fechadas. Apenas o cômodo dos fundos não foi atingido.
- Ficamos assustados. Nunca tinha visto uma coisa dessas. Pode ser algo de Deus, mas a gente não sabe...- relatou a vizinha.
A dúvida levou a costureira a chamar o padre João Estevão da Silva, da Paróquia Nova Jerusalém, a menos de um quilômetro da residência. O padre avisou a polícia, que coletou o sangue para fazer exames.
As duas amigas ficaram limpando a casa até o início da madrugada.
- Tivemos que usar água quente e álcool. O cheiro era muito forte - conta a vizinha.
- À tarde, perguntei para ela: 'Quer que eu fique aqui?' Ela disse que não. Cinco minutos depois, me ligou. As poças de sangue apareceram de novo, espirrando nas paredes e nos batentes das portas.
A velha notícia:
Atualizado às: 02 de dezembro, 2005 - 01h24 GMT (23h24 Brasília)
'Bando' de esquilos mata cachorro em parque da Rússia
Moradores da área acreditam que a fome pode estar levando os esquilos a atos extremos
Esquilos morderam um cachorro abandonado até a morte em um parque da Rússia, sendo informações da imprensa local.
Freqüentadores do parque teriam chegado tarde demais para interromper o ataque dos esquilos negros no vilarejo no extremo leste da Rússia.
O ataque foi relatado em um parque no centro de Lazo, um vilarejo no Território Marítimo, e teve três moradores como testemunhas.
O cachorro teria latido para os esquilos, que o atacaram durante um minuto. Ao avistar os freqüentadores do parque, os esquilos teriam fugido, alguns ainda carregando pedaços de carne entre os dentes.
Pinhas
A escassez de pinhas pode ter levado os esquilos a procurarem outras fontes de alimento, mas cientistas não acreditam nesta teoria.
Segundo testemunhas um "grande" cachorro perdido estava farejando entre as árvores e latindo para os esquilos escondidos em galhos mais acima, quando alguns dos esquilos desceram dos galhos repentinamente e atacaram.
"Eles, literalmente, destruíram o cachorro. E quando viram os homens se aproximando, eles se espalharam em direções levando os pedaços junto", disse a jornalista local, Anastasia Trubitsina, ao jornal russo Komsomolskaya Pravda.
Mikhail Tiyunov, um cientista da região, disse que foi a primeira vez que ouviu notícias de um ataque como este.
Esquilos que não conseguem se alimentar com nenhuma fonte de proteína podem atacar ninhos de pássaros, segundo Tiyunov, mas, a idéia de um bando de esquilos mordendo um cachorro até a morte era "absurda".
"Se isto realmente aconteceu, as coisas devem estar ruins em nossas florestas", acrescentou.
Um morador de Lazo, que se identificou apenas como Mikhalic disse que "não houve pinha nenhuma" nas florestas locais em 2005.
"Os bichinhos estão agitados porque não têm nada para comer", disse.
O jornal russo Komsomolskaya Pravda nota que, em um outro incidente, no outono russo deste ano, um outro tipo de esquilo, listrado, aterrorizou gatos em uma parte do território.
A nova notícia:
Sangue humano jorra do chão de casa em Jundiaí
Plantão | Publicada em 20/06/2008 às 08h01m
Tiago Dantas, Diário de S.Paulo
SÃO PAULO - Um fenômeno estranho ocorre em uma casa no Jardim Bizarro, em Jundiaí, a 60 km da capital, desde o último domingo. Um líquido vermelho jorra do chão da residência por dois dias seguidos. Amostras foram recolhidas pela polícia. Em laudo divulgado nesta quinta-feira, o Instituto de Criminalística identificou o líquido como sangue humano.
Resta saber de onde veio esse sangue e como ele começou a esguichar do chão do imóvel. A polícia investiga o caso.
Um casal de idosos vive na casa desde 1964. A pequena casa de parede de tijolos alaranjados fica na Rua Antônio Bizarro e tornou-se o centro das atenções na cidade. Este provavelmente não era o desejo do casal, uma costureira de 71 anos e um aposentado de 65. Considerados calmos e pacatos por vizinhos, os dois pediram para não serem identificados nem fotografados. Nem mesmo os amigos mais próximos têm entrado na casa e a discrição se espalhou por toda a rua. Os poucos vizinhos que comentam o assunto evitam falar o nome do casal.
Domingo, por volta das 17h30. Este foi o horário em que a costureira viu o sangue jorrando no piso do banheiro. Ela estava se preparando para tomar banho. Assustada, tornou a se vestir e chamou o marido, que assistia à partida de futebol entre Brasil e Paraguai. Enquanto caminhava pela residência, a costureira percebeu que poças semelhantes surgiram no piso da cozinha e da sala. Os jatos de sangue atingiam cerca de 20 centímetros.
- Era tão alto que você podia pegar o sangue com um copo - disse uma vizinha, a quem a costureira telefonou logo depois do "fenômeno".
Após a chegada da vizinha, a costureira também notou o líquido vermelho dentro do seu quarto, que, até então, estava com as portas fechadas. Apenas o cômodo dos fundos não foi atingido.
- Ficamos assustados. Nunca tinha visto uma coisa dessas. Pode ser algo de Deus, mas a gente não sabe...- relatou a vizinha.
A dúvida levou a costureira a chamar o padre João Estevão da Silva, da Paróquia Nova Jerusalém, a menos de um quilômetro da residência. O padre avisou a polícia, que coletou o sangue para fazer exames.
As duas amigas ficaram limpando a casa até o início da madrugada.
- Tivemos que usar água quente e álcool. O cheiro era muito forte - conta a vizinha.
- À tarde, perguntei para ela: 'Quer que eu fique aqui?' Ela disse que não. Cinco minutos depois, me ligou. As poças de sangue apareceram de novo, espirrando nas paredes e nos batentes das portas.
A velha notícia:
Atualizado às: 02 de dezembro, 2005 - 01h24 GMT (23h24 Brasília)
'Bando' de esquilos mata cachorro em parque da Rússia

Moradores da área acreditam que a fome pode estar levando os esquilos a atos extremos
Esquilos morderam um cachorro abandonado até a morte em um parque da Rússia, sendo informações da imprensa local.
Freqüentadores do parque teriam chegado tarde demais para interromper o ataque dos esquilos negros no vilarejo no extremo leste da Rússia.
O ataque foi relatado em um parque no centro de Lazo, um vilarejo no Território Marítimo, e teve três moradores como testemunhas.
O cachorro teria latido para os esquilos, que o atacaram durante um minuto. Ao avistar os freqüentadores do parque, os esquilos teriam fugido, alguns ainda carregando pedaços de carne entre os dentes.
Pinhas
A escassez de pinhas pode ter levado os esquilos a procurarem outras fontes de alimento, mas cientistas não acreditam nesta teoria.
Segundo testemunhas um "grande" cachorro perdido estava farejando entre as árvores e latindo para os esquilos escondidos em galhos mais acima, quando alguns dos esquilos desceram dos galhos repentinamente e atacaram.
"Eles, literalmente, destruíram o cachorro. E quando viram os homens se aproximando, eles se espalharam em direções levando os pedaços junto", disse a jornalista local, Anastasia Trubitsina, ao jornal russo Komsomolskaya Pravda.
Mikhail Tiyunov, um cientista da região, disse que foi a primeira vez que ouviu notícias de um ataque como este.
Esquilos que não conseguem se alimentar com nenhuma fonte de proteína podem atacar ninhos de pássaros, segundo Tiyunov, mas, a idéia de um bando de esquilos mordendo um cachorro até a morte era "absurda".
"Se isto realmente aconteceu, as coisas devem estar ruins em nossas florestas", acrescentou.
Um morador de Lazo, que se identificou apenas como Mikhalic disse que "não houve pinha nenhuma" nas florestas locais em 2005.
"Os bichinhos estão agitados porque não têm nada para comer", disse.
O jornal russo Komsomolskaya Pravda nota que, em um outro incidente, no outono russo deste ano, um outro tipo de esquilo, listrado, aterrorizou gatos em uma parte do território.
Terça-feira, 17 de Junho de 2008
A hipocrisia, a nudez e a polícia
Meio atrasado, acabo de ler reportagens e relatos (aqui, aqui e aqui) sobre a bicicletada pelada que aconteceu na Av. Paulista neste final de semana.Não vi ninguém reclamar dizendo que aquilo é um atentado ao pudor, blá blá blá. Aposto que a maioria dos conservadores em suas casas viram o que ocorreu pela TV (história distorcida, é claro) e nem se importaram, tampouco o pessoal que estava "in loco".
Mas a polícia militar mesmo assim fez o seu papel. O papel de foder com a vida de quem tem algo a dizer, o papel de usar a truculência contra pessoas que não agridem ninguém, o papel de ser um dos maiores incentivadores da hipocrisia e intolerância. Para viver sem a ameaça da violência urbana, fique distante tanto dos bandidos como dos policiais, já que você nunca sabe se o fardado é um dos bandidos. Já faz um bom tempo que não vejo diferença entre ambos.
Já andei muito de bicicleta por aí, e sei muito bem que é uma merda pedalar pelas avenidas de SP, principalmente onde os ônibus trafegam pela direita. Você acha que vai ser atingido a qualquer momento por algum motorista egoísta e mimado pela sensação de poder que um automóvel dá. E depois de ter me acostumado a dirigir, a insegurança ao pedalar é maior ainda porque se está habituado aos espelhos retrovisores e um esqueleto de metal te protegendo. Andar de bicicleta em São Paulo e na absoluta maioria das cidades do Brasil é como andar em uma corda bamba ou pelado, como foi o foco da bicicletada mundial.
Mas vá explicar isso aos mens... As suas pequenas cabeças só vão entender de gás de pimenta, cacetete na costela e nos braços e pernas, bombas de "efeito moral", tiro de borracha, chute no saco, etc, etc.
Domingo, 15 de Junho de 2008
Terça-feira, 10 de Junho de 2008
Tuesday Morning


Hoje acordei destemido.
Quando vi as nuvens lisérgicas no céu desta manhã tomei a decisão que estava adiando há um ano. Vou subir naquela maldita ponte e tirar a foto.
Para subir nela é preciso dar uma volta imensa por causa do acesso para a marginal, que não dá para atravessar porque não tem calçada nenhuma do outro lado. Ali é um acesso para carros oras, qual maldito humano iria querer atravessá-lo?
Percebi que não sou mais o velho Mihail. Antes eu andava no meio das multidões do centro de São Paulo e não olhava muito para trás, sem ficar encanado com qualquer ser que caminha atrás de mim. Durante o caminho até lá desejei ter olhos na nuca.
Acho que nunca mencionei que tenho medo de altura. Talvez porque me sinta um covarde por conta disso. Fico me imaginando prestes a pular de paraquedas, provavelmente eu seria mais uma vítima de ataque cardíaco. Antes de saltar.
Acho que nunca mencionei que quando tiro fotos no meio de muita gente me sinto dentro daquele pesadelo de estar peladão no trabalho, na escola, ou em qualquer lugar público.
Em cima da ponte as três fobias se juntaram em uma. Acrofobia, Agorafobia, e Fobia Social. Some a isso um vento bem forte e o habitual cheiro de merda+prod.quimicos do Tietê.
Tirei algumas fotos, mas o ideal seria esperar o sol subir mais um pouco (eram 6:50 da manhã) para iluminar mais o fundo da paisagem. Poderia ter ficado mais 5 minutos em cima da ponte, mas não estava em boa situação psicológica no momento e decidi voltar.
Na minha cabeça foi uma aventura daquelas, como as do Indiana Jones. Mas no fundo eu sei que está mais para Monk.
Quando vi as nuvens lisérgicas no céu desta manhã tomei a decisão que estava adiando há um ano. Vou subir naquela maldita ponte e tirar a foto.
Para subir nela é preciso dar uma volta imensa por causa do acesso para a marginal, que não dá para atravessar porque não tem calçada nenhuma do outro lado. Ali é um acesso para carros oras, qual maldito humano iria querer atravessá-lo?
Percebi que não sou mais o velho Mihail. Antes eu andava no meio das multidões do centro de São Paulo e não olhava muito para trás, sem ficar encanado com qualquer ser que caminha atrás de mim. Durante o caminho até lá desejei ter olhos na nuca.
Acho que nunca mencionei que tenho medo de altura. Talvez porque me sinta um covarde por conta disso. Fico me imaginando prestes a pular de paraquedas, provavelmente eu seria mais uma vítima de ataque cardíaco. Antes de saltar.
Acho que nunca mencionei que quando tiro fotos no meio de muita gente me sinto dentro daquele pesadelo de estar peladão no trabalho, na escola, ou em qualquer lugar público.
Em cima da ponte as três fobias se juntaram em uma. Acrofobia, Agorafobia, e Fobia Social. Some a isso um vento bem forte e o habitual cheiro de merda+prod.quimicos do Tietê.
Tirei algumas fotos, mas o ideal seria esperar o sol subir mais um pouco (eram 6:50 da manhã) para iluminar mais o fundo da paisagem. Poderia ter ficado mais 5 minutos em cima da ponte, mas não estava em boa situação psicológica no momento e decidi voltar.
Na minha cabeça foi uma aventura daquelas, como as do Indiana Jones. Mas no fundo eu sei que está mais para Monk.
Domingo, 8 de Junho de 2008
Sexta-feira, 6 de Junho de 2008
Quinta-feira, 5 de Junho de 2008
Poluição II
Segunda-feira, 2 de Junho de 2008
Poluição
Há um ano passo todas as manhãs pela ponte da Vila Maria, e a oeste se abre um campo de visão bem grande, onde se tem vista até a Serra da Cantareira. Comecei a prestar atenção no comportamento da poluição diariamente desde então. Só não tenho nenhuma foto decente do local porque é preciso uma boa caminhada e atravessar o acesso para a marginal na raça, e também porque procuro evitar a fadiga.
Quando não chove a serra fica cinza ou ela desaparece. Às vezes fica difícil enxergar os prédios da Vila Guilherme e Santana que ficam razoavelmente perto do ponto de visão. Mas quando chovia no dia anterior ou durante a noite a visão ficava bem limpa, a serra voltava a ser verde e dava até para ver a silhueta da copa das árvores da Cantareira.
Pois nos últimos meses nem a chuva está resolvendo. Pode cair o mundo durante a madrugada e o ar continua sujo. A serra agora é permanentemente cinza ou inexistente.
Mas não se desespere, paulistano. É possível haver uma boa perspectiva diante disso? É claro que SIM!
Quem sabe um dia seremos orgulhosos como os chineses
Quando não chove a serra fica cinza ou ela desaparece. Às vezes fica difícil enxergar os prédios da Vila Guilherme e Santana que ficam razoavelmente perto do ponto de visão. Mas quando chovia no dia anterior ou durante a noite a visão ficava bem limpa, a serra voltava a ser verde e dava até para ver a silhueta da copa das árvores da Cantareira.
Pois nos últimos meses nem a chuva está resolvendo. Pode cair o mundo durante a madrugada e o ar continua sujo. A serra agora é permanentemente cinza ou inexistente.
Mas não se desespere, paulistano. É possível haver uma boa perspectiva diante disso? É claro que SIM!
Quem sabe um dia seremos orgulhosos como os chineses
China Celebrates Its Status As World�s Number One Air Polluter
UM ADENDO:
Depois do temporal de ontem de madruga, a serra voltou a ser verde. Por enquanto não é totalmente irreversível.
Assinar:
Postagens (Atom)







